Mal acabou a eleição e Governo do PT já inicia processo para despenalizar o aborto Posted: 05 Nov 2010 10:27 AM PDT Ministério da Saúde publicou ontem, 04/11/2010, no DOU seção III, página 88, o Termo de Cooperação do Governo do Brasil com a Fundação Oswaldo Cruz para despenalizar o aborto. O alvo do governo petista é legalizar o aborto até fevereiro de 2011. Veja abaixo a informação documentada: http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=88&data=04/10/2010 ESPÉCIE: PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO TERMO DE COOPERAÇÃO DATA DE ASSINATURA: 29/09/2010.
TEXTO RETIRADO DO SITE: O VERBO Fonte: O Verbo / www.juliosevero.com |
Marido flagra padre fazendo sexo com a mulher em igreja Posted: 05 Nov 2010 10:24 AM PDT O marido filmou a mulher na cama com o padre dentro da igreja. Apesar do flagra, padre continua conduzindo missas. "Reconheço meu erro, acalme-se", fala o padre na gravação. O marido responde: "Como vou ficar calmo se minha mulher está com você, e ainda mais um padre!". "O padre me atacou sexualmente, eu era forçada a satisfazer seus desejos", defendeu-se a mulher numa entrevista posterior. A mulher, que foi despedida da paróquia, entrou com um processo pedindo pagamento pelo tempo de serviço e que seu filho com o padre seja reconhecido. O padre, por sua vez, continua trabalhando normalmente, conduzindo missas e dando comunhão aos fieis. Fonte: Folha Online / Folha Gospel |
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Noticias bombásticas 05/11/10
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Atrás do voto evangélico, Dilma planeja retirar defesa à legalização do aborto do seu programa de campanha
A medida deve ser discutida em reunião da Executiva do PT, como forma de responder aos rumores contra a candidata à Presidência, Dilma Rousseff, apontados como o principal motivo para o crescimento de Marina Silva (PV), contrária à legalização do aborto, e a consequente ida da disputa presidencial ao segundo turno.
O primeiro contra-ataque partiu do secretário de Comunicação do PT, André Vargas. “O Brasil verdadeiramente cristão não votará em quem introduziu a pílula do dia seguinte, que na prática estimula milhões de abortos: Serra”, disse em seu Twitter.
A pílula do dia seguinte é um dos métodos contraceptivos criticado pela Igreja Católica e distribuída pelo Ministério de Saúde. Diferentemente do que Vargas sugere, sua adoção foi decidida antes de o tucano José Serra, rival de Dilma no segundo turno, ser titular da pasta.
O secretário de Comunicação do PT defende ainda o isolamento da ala do partido pró-legalização. “Agora é hora de envolver mais dirigentes na campanha. Foi um erro ser pautado internamente por algumas feministas. Eu e outros fomos contra”.
Um dos coordenadores da campanha de Dilma, José Eduardo Cardozo, reconhece que a resolução do PT, pró-descriminalização do aborto, não é unânime no partido e não é a posição de Dilma.
O tema se tornou tão incômodo que ontem, ao “Jornal Nacional”, Dilma o citou mesmo sem ter sido questionada (ela teve um minuto e meio para “dar uma mensagem aos eleitores”).
“Eu tenho uma proposta de valores. Um princípio nosso de valorizar a vida em todas as suas dimensões”.
A senadora eleita Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que a defesa da descriminalização do aborto pode até ser defendida por algumas alas do partido, mas pode “custar a Presidência da República”.
Já o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), puxador de votos evangélicos, disse que chegou a perder votos porque defendia Dilma, que “erroneamente” era associada a afirmações anticristãs.
Além do PT, o PMDB também defende uma ação para combater a associação de Dilma ao tema aborto, que virou onda de e-mails e comentários em meios religiosos. O partido, há pouco tempo, já puniu com grande rigor deputados petistas que se colocaram contra a legalização do aborto.
Os peemedebistas querem que a candidata divulgue, enfim, um programa de governo deixando claro ser contra a legalização.
Ontem, Dilma reconheceu que a campanha percebeu muito tarde a onda associando seu nome ao tema do aborto e a uma fala, que ela não disse, de que nem Jesus Cristo tiraria dela a vitória.
Sobre a presença do presidente Lula na campanha, Dilma não precisou seu papel. “O presidente Lula a gente não pode falar em dose, ele não é o remédio é solução”, disse.
Assista os vídeos em que Dilma se declara a favor do aborto e de suas outras controvérsias:
"Reconheço meu erro, acalme-se", fala o padre na gravação. O marido responde: "Como vou ficar calmo se minha mulher está com você, e ainda mais um padre!".