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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

ONU legaliza pornografia infantil e prostituição

DGM Noticias Evangélicas do mundo hoje.

(Por Judith Reisman) – Considere a recente reportagem da WND sobre recente abertura, na Escócia, da pornografia de internet para as crianças nas escolas, durante o horário de almoço, graças à Convenção dos Direitos da Criança da ONU, atualmente não-ratificada pelos reprimidos EUA.

Os “direitos da criança” da ONU incluem o condicionamento das crianças à prostituição e pornografia “consensual” e o “direito” de ser usada por qualquer canalha que elas “escolham.” Os pais que protestarem correm o risco de serem presos ou tachados de loucos.

Embora a Convenção dos Direitos da Criança da ONU, de 2010, evite a linguagem incendiária dos últimos anos, empregam-se os mesmos dispositivos de comercialização sexual de crianças.

“Artigo 1 (Definição de criança): A Convenção define ‘criança’ como uma pessoa abaixo da idade de 18 anos, a menos que as leis de um país em particular estabeleçam uma idade legal adulta inferior a essa”. Isso permite deliberadamente que qualquer idade seja redefinida como adulta.

Tradução: Países com prostituição ou pornografia legais e “idade adulta” inferior podem comercializar prostituição/pornografia infantil. Os autores dos “direitos” sabem que a idade adulta pode se tornar qualquer idade, dependendo da idade do(s) parceiro(s). A idade de consentimento da Espanha hoje é de 13 anos, a pornografia legal e a prostituição legal, na prática.

O artigo 17 diz: “(Acesso a informação; mídia de massa): As crianças têm o direito de obter informações que sejam importantes para sua saúde e bem-estar…”

Muito material internacional pornográfico e material fraudulento da Federação Internacional de Planejamento Familiar [a maior rede mundial de abortos] travestido de educação sexual e prevenção à AIDS é considerado bom para a “saúde e bem-estar” das crianças. Da mesma forma, “livros para crianças” mentem e violam sexualmente a criança leitora.

O Artigo 13 é a lei de acesso à pornografia: “A criança terá o direito à liberdade de expressão… a receber e compartilhar informação e ideias de todos os tipos, independentemente de fronteiras, seja oralmente, por escrito ou por via impressa, na forma de arte ou através de qualquer outra mídia da escolha da criança.”

Então, um educador pedófilo escocês organiza o acesso a “todas” as mídias para qualquer idade, de 1 a 18 anos. Livre “expressão… independentemente de fronteiras, seja oralmente, por escrito ou por via impressa, na forma de arte ou através de qualquer outra mídia da escolha da criança” é uma escolha da criança.

O artigo 15 dá às crianças de qualquer idade a “liberdade de associação e reunião pacífica. Nenhuma restrição pode ser colocada no exercício desses direitos” se eles forem legais e não violarem a segurança pública, etc. É ilegal aos pais impedirem as crianças de más ações, etc. Bilhões podem ser ganhos por meio destes artigos “de proteção” à criança.

Artigo 16: autoriza a prisão dos pais que interferirem nas atividades de um cafetão, pois as crianças estão protegidas contra “toda interferência arbitrária ou ilegal em sua privacidade… honra ou reputação.”

O artigo 24 prevê os serviços e a educação sobre o planejamento familiar como “serviço de saúde,” “abolindo práticas tradicionais prejudiciais à saúde das crianças.”

Tradução: a contracepção infantil, vacinação compulsória contra doenças venéreas e aborto como “proteções” infantis em documentos internacionais de assistência.

Nenhum dos “direitos” identifica imagens sexuais explícitas como “materiais que poderiam prejudicar as crianças.”
Por que será que os que trabalham para a UNICEF são sempre pintados como mocinho? Na edição de primavera de 1991 do Journal of Pedophilia [Revista de Pedofilia], o autor lamenta o diretor belga da UNICEF tenha sido condenado pelo estupro, tortura, prostituição e pornografia na área de laboratórios da ONU que fica no subsolo da ONU. Os pedófilos protestaram, alegando que “Desde o caso Dutroux [UNICEF] na Bélgica, a televisão e os jornais estão cheios de notícias sobre pedofilia de um modo pejorativo e negativo.”

Puxa, não os jornais americanos. Embora a condenação de um notório grupo de pedófilos que regularmente abusava sexualmente de crianças no porão do escritório central do UNICEF seja de interesse significativo para os americanos, nem o UNICEF nem a imprensa americana acharam isso uma notícia digna de se noticiar, protegendo a imagem e a renda da UNICEF.

O UNICEF fornece nutrição básica, água potável, serviço sanitário, serviços emergenciais e instrução fundamental. Entretanto, os “direitos sexuais das crianças” do UNICEF significam que a raposa está guardando o galinheiro e comendo bem.

A Dra. Judith Reisman trabalhava como especialista em abuso sexual infantil e crimes envolvendo pornografia a serviço do Departamento de Justiça, Justiça Juvenil e Prevenção da Delinquência dos Estados Unidos, e autora de vários livros, o mais novo dos quais é: “Sexual Sabotage: How One Mad Scientist Unleashed a Plague of Corruption and Contagion on America.” [Sabotagem sexual: como um cientista louco desencadeou uma praga de corrupção e contágio na América]. Mais informações estão disponíveis no seu site.

Artigo original: WND.
Tradução do blog DEXTRA, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Papa qualifica de ‘deplorável’ blitz na sede da Igreja na Bélgica

DGM Noticias Evangélicas do mundo hoje.

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Polícia fez buscas na sede da Igreja Católica da Bélgica

Polícia fez buscas na sede da Igreja Católica da Bélgica

BÉLGICA – O papa Bento 16 enviou neste domingo uma mensagem de solidariedade aos bispos da Bélgica, qualificando de “surpreendentes e deploráveis” as buscas realizadas pela polícia belga no Palácio do Arcebispo de Mechelen-Bruxelas, sede da Igreja Católica belga, e nos túmulos de dois arcebispos do país.

Endereçando sua comunicação ao presidente da Conferência dos Bispos da Bélgica, o arcebispo Andre Joseph Leonard, o papa disse que a operação – que faz parte de uma investigação de abuso sexual por parte de membros do clero – representa um “momento triste” para a Igreja.

“Neste momento triste, desejo exprimir minha proximidade e solidariedade para com o senhor e todos os Bispos da Bélgica, pela surpreendente e deplorável modalidade com que foram conduzidas as buscas”, escreveu o papa.

“Desejo que a Justiça faça seu curso a fim de garantir os direitos fundamentais das pessoas e das instituições, o respeito às vítimas, o reconhecimento dos que se empenham a colaborar com ela.”

A operação de busca e apreensão foi realizada na sede do Palácio do Arcebispo e em outros dois locais. Um deles foi a cripta da catedral de Saint-Rombout, em Mechelen, onde os agentes procuraram dossiês sobre casos de pedofilia que teriam sido escondidos no túmulo de um arcebispo.

O Vaticano afirmou que foram violados também os túmulos dos cardeais Jozef-Ernest Van Roey e Léon-Joseph Suenes, arcebispos falecidos de Bruxelas.

O episódio despertou a ira do Vaticano, que expressou na sexta-feira e no sábado o seu “espanto” pela forma como as investigações foram conduzidas.

Investigação

As autoridades belgas estariam procurando elementos que comprovem a cumplicidade da hierarquia da Igreja Católica nos casos de abusos cometidos por sacerdotes, ao impedir sistematicamente que os culpados fossem entregues à Justiça Civil.

De acordo com jornais da Bélgica, a Procuradoria de Bruxelas teria confirmado a abertura de um túmulo na cripta da catedral de Bruxelas.

No mesmo comunicado em que criticou a ação da polícia, a Santa Sé também condena os abusos cometidos contra menores e reafirma o interesse em colaborar com a Justiça.

“A Secretaria de Estado confirma a total condenação de qualquer ato pecaminoso e criminoso de abuso de menores por parte de membros da Igreja, e a necessidade de enfrentar tais atos conforme as exigências da Justiça e os ensinamentos do Evangelho.”

Além de criticar o método usado pela polícia, o Vaticano também lamentou que não foi respeitada a privacidade das vítimas.

“Ao espanto por estas ações, se acrescenta o pesar por ter sido cometida infração do sigilo ao qual as vítimas têm direito”, dizia a nota emitida pelo Vaticano.